Perspectivas do E-commerce

Mais que uma tendência, as lojas virtuais vêm se confirmando como uma nova realidade. Assim, é importante conscientização do que é preciso para não cair nas armadilhas que podem minar o sucesso de uma loja virtual.

Inicialmente, é importante contar com uma boa plataforma. Site leve, de fácil navegação e layout atraente são partes importantes do “cartão de visita”. Um design arrojado, com boa combinação de cores e fontes, faz a diferença.

Se antes afirmava-se que as lojas virtuais careciam do “fator humano”, hoje temos a forte presença das mídias socias, garantindo interatividade e, consequentemente, maior confiança dos internautas, que podem se comunicar com outros clientes, além da própria loja.

Também é importante oferecer formas diversas de pagamento. Opções bastante “consagradas” são os pagamentos on-line como Pagamento Digital, PagSeguro, Moip, dentre outros. A intermediação desses sistemas é percebida pelo cliente como mais uma forma de proteger sua compra.

O ambiente virtual oferece vantagens únicas. Além da praticidade e da possibilidade de investigar agilmente aquilo que se deseja, as lojas virtuais oferecem privacidade. Muitos não querem se expor (ou expor seus desejos) e, nesse sentido, o site passa a atender suas expectativas. Não há limite de horário, todos os produtos estão à disposição para serem adquiridos a qualquer momento. Os preços da concorrência podem ser visualizados a um clique, assim como as vantagens/desvantagens. Tudo pode ser facilmente comparado, e isso representa uma grande corrida pela competividade.

Para destacar-se, é importante que haja diferenciais. Uma das perspectivas é a personalização, a tendência pelo “único”. Os internautas buscam uma identidade própria; e, quanto mais forem atendidos enquanto individuos, maior fidelidade apresentarão.


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Quando reformular a identidade visual?

Uma das propostas da identidade visual é sintetizar a essência de uma empresa e transmiti-la ao público. A finalidade é mais do que reafirmar a imagem, é também criar um mecanismo de comunicação, uma ferramenta em que o público associa a empresa a inovação, estilo, extravagância, seriedade ou qualquer idéia/característica passível de materialização (no caso, de design).

Mas há também um outro lado, o lado da reformulação/revitalização. Mudanças discretas representam, na maioria das vezes, pouca transformação. Às vezes, a empresa goza de tão boa reputação que receia ousar nas mudanças, temendo que isso mine a identidade até então conquistada.

Contudo, o mundo vem se transformando tão acentuadamente que temos presenciado uma demanda cada vez maior por reformulações de logomarcas. E não nos referimos a pequenos detalhes, e sim à elaboração de um novo conceito. A mensagem por trás disso? Que tal “a tecnologia avança a passos velozes, e nós estamos acompanhando a tendência”?

A proposta desse artigo é incentivar a ousadia, a mudança. Transformações podem representar atualização, algo imprescindível para se inserir no cenário contemporâneo. Mas é importante ter cautela. A mudança deve propor melhorias, crescimento e inovação. Se a imagem anterior tiver melhor aceitação, isso significa que a reformulação perdeu o objetivo. Daí, a importância de pesquisas, de investigar opiniões diversas, tanto de especialistas quando do público a que se destina. E, particularmente, acreditamos que o veto final é dado pelo consumidor.

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Logomarca Copa do Mundo 2014

Continua a polêmica em torno da logomarca da Copa 2014, a ser sediada no Brasil.

Alguns pontos merecem destaque, segundo o posicionamento da Agência do Site.

Num primeiro momento, consideramos que o modelo divulgado como oficial está bem aquém do que se espera de uma potência na Criatividade, como o Brasil. Assim sendo, não há como ignorar questionamentos como:

a) por que delegar essa responsabilidade a agências estrangeiras, quando nada mais coerente que profissionais nacionalistas para tal tarefa?

b) por que as referências no Design Gráfico do país foram ignoradas? O mais coerente seria consultar especialistas para avaliarem o “produto final”, em vez de conferir tal responsabilidade a celebridades que pouco/nada entendem do ramo (ex. Ivete Sangalo, Gisele Budgen)

c) por que o processo de seleção não pôde ser livre, ou seja, inscrições abertas a quem estivesse interessado-e qualificado- em participar (como prevê o COI – Jogos Olímpicos)?

Dada a visibilidade que está sendo proporcionada pelo evento, acreditamos que essa Logomarca simbolizava muito mais que um elemento de marketing; era a chance de promover uma integração entre as grandes agências nacionais. Talvez fosse a oportunidade de gerar um Movimento de Design no país, um concurso no âmbito interno(nacional). Os “cérebros criativos” que permeiam nossa cultura teriam a chance de se fazerem presente no cenário internacional, reafirmando ainda mais o poder criativo de nosso país.

Promover o desenvolvimento do Design no país deveria se sobrepor a questões políticas/burocráticas, mobilizando o soft power nacional.


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Convite – FNEC

Agência do Site foi convidada para participar do Fórum Nacional de E-commerce no Rio de Janeiro.

Referências no mercado e-commerce se reunirão para debater as principais tendências, ferramentas e tópicos que permeiam as atuais discussões em torno do comércio online.

Sem dúvida, uma ótima oportunidade para acompanhar o desenvolvimento desta nova tendência global.

http://www.fnec.com.br/

Fórum Nacional de E-commerce no Rio de Janeiro

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Design Gráfico – Parte da Economia Criativa

Reportagem de capa do caderno Eu&Fim de Semana (Valor Econômico) de hoje abordou a importância da economia criativa, setor imprescindível para o desenvolvimento de qualquer instituição – pública ou privada.

Por economia criativa, entende-se a capacidade de “gerar direitos de propriedade intelectual”. Dentre as indústrias que englobam esse setor,  figuram: propaganda, arquitetura, artes, artesanato, (…)moda, entretenimento e design. Numa visão mais reducionista, trata-se simplesmenet da idéia, o “intangível”, conforme elucida a matéria do jornal.

Importância de tudo isso? Exercer soft power – conceito defendido pelo cientista político Joseph Ney. A força está em conseguir o que se deseja pelo poder da atração, divulgação. Conquistar o interesse do outro torna-se cada vez mais difícil em um mundo que somos bombardeados de informações/opções.

Nesse sentido, reforça-se a importância da qualidade no que diz respeito  à Identidade Visual.

Traçar um plano de criação de identidade visual vem se tornando cada vez mais imprescindível para aqueles que desejam fazer parte do mercado, da economia criativa que está conduzindo as pequenas e grandes empresas.

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Agência do Site na MaxiMídia

Agência do Site (do Grupo Zarphost)  foi convidada pela MaxiMidia – um ícone no que diz respeito à Indústria da Comunicação – à participar da Feira do MaxiMídia2010.

Uma reunião de executivos de marketing, selecionados pelos organizadores para compor o Fórum Internacional de Marketing e Comunicação.

Sediado em São Paulo, o evento promoveu a discussão de temas cada vez mais relevantes no contexto pubicitário, dentre os quais destacamos a importância da identidade visual, elemento chave no marketing digital.

Acompanhe a Cobertura!

http://www.mmonline.com.br/eventos/maximidia/2010/home/

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Vagas para Designer Gráfico

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Logomarca: Viva Lingerie

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Logomarca: Runners Company

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Logomarca: WG

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www.agenciadosite.com.br